Comida di Buteco: petiscando aqui e ali

Depois do Restaurant Week, o Rio de Janeiro recebe o Comida di Buteco, criado em Belo Horizonte, capital nacional dos botecos, em 1999. A segunda edição carioca do evento vai eleger os melhores tira-gostos da cidade em 2009.  Ao longo do mês, 31 bares – com alma de boteco, é claro – concorrem ao prêmio.

Participantes, tira-gostos e preços

A Academia da Cachaça, na Barra da Tijuca, oferece uma empadinha de queijo coalho com alecrim (R$ 4,90).

Do outro lado do Rebouças, na Praça da Bandeira, o Aconchego Carioca, velho conhecido nosso, concorre com a muquequinha de camarão no coco verde, acompanhado com purê de baroa (R$ 12,00, individual).

Logo ali ao lado, o Petit Paulette concorre com o croquelette, um croquete de queijo envolvido por carne moída e empanado na farinha de torresmo, que também deixa bem crocantes as rodelas de bananas que acompanham o prato (R$ 16,00 a porção com oito unidades).

E o pessoal que trabalha no Centro pode aproveitar o intervalo para experimentar o pastel de antigamente copycostela (R$ 2,90) do Antigamente, ali na Ouvidor. Ou, melhor ainda: subir até Santa Teresa e comer o pastel de galinha à cabidela do Bar do Mineiro (R$ 16,00 a porção com 18 pastéizinhos).

Na rua do Lavradio, o Mangue Seco, corretíssimo, lembrou do acordo ortográfico na hora de nomear o seu tira-gosto: Sem Trema na Linguiça (linguiçinha atolada no creme de aipim com catupiry e couve, fininha, frita: R$ 10,00). Mas lá também têm uns caranguejos, logo na porta, esperando por você.

original copyNa Praça Mauá, o croquete de milho com camarão e queijo cheddar do Gracioso custa só R$ 3,00.

O Original do Brás luta pelo bicampeonato com o Doce Refúgio: lombinho suíno folhado, acompanhado de molho de tamarindo.

O Bar Urca, que a gente sempre quer ir e nunca vai por causa da lei seca, participa com o kibe de peixe (R$ 10,00 a porção com quatro). É, já cogitamos ir e ficar só no refrigerante.

O Enchendo Linguiça, no Grajaú, tem o Linguiça Croc, que nada mais é do que linguiças – fabricadas lá mesmo – enroladas por batatas chips. A porção custa R$ 25,70 e acompanha três molhos: barbecue, quatro queijos e um criado pela casa.

Em Vila Isabel, o Siri é representado pelo filézinho de peixe com molho tártaro (R$ 44,00 a porção grande e R$ 32,00, a pequena). Ainda não experimentamos esse, mas garantimos que a porção “pequena” de camarão miúdo (2º lugar do concurso em 2008), o bolinho de bacalhau, a casquinha de siri, o risoto e o pastel de camarão já valem a visita ao Siri, que ainda não está aqui no Prato para Dois. Ainda.

No Leblon, o Bracarense concorre com a barquete de salmão (R$ 3,90), o Pavão Azul, em Copacabana, com o caldinho de feijão (R$ 4,50) e ainda tem muito, muito mais!

A lista completa de bares e petiscos está no site do Comida di Buteco. Preparem-se! Porque um petisco aqui chama outro ali e sempre com aquela cervejinha gelada.

Matando a saudade na Valenti

Em Buenos Aires, prédios antigos viram… shoppings. Tá , não é uma regra, mas exemplos disso são o Abasto, as Galerias Pacífico, o Buenos Aires Design e o Patio Bullrich, localizado na Recoleta em um edifício de 1867, que só virou shopping em 1988.

Num final de tarde resolvemos passear por lá. Uma passagem rápida. Afinal, de shoppings o Rio já está cheio. E nós também.

Num espaço repleto de grifes famosas, como Armani, Calvin Klein, Diesel, Hugo Boss, Lacroix e Kenzo, encontramos a Morph, loja que mistura um pouco das brasileiras Imaginarium, Papel Craft e Tok Stok, cheia de novidades e utilidades criativas.

Foi lá que compramos algumas lembranças, como esse porta-chave.

Ela aproveitou para levar uma cortina para o banheiro, um estojo (24 pesos)  – que custava mais do que o dobro na Papel Craft por aqui – e um porta-pasta de dentes. Esse eu levei também.

Bem ao lado da Morph, a delicatessen Valenti chamou a nossa atenção pelos diversos tipos de queijos e frios e, principalmente, pelos sanduíches no pão francês, item excluído do café-da-manhã do hotel.

Para nós, viciados num pão fresquinho, depois de tantas medialunas, era hora de matar a saudade…

Pedimos dois baguettines – caprichados – de salame com queijo gruyère (15 pesos cada). Para completar, uma porção de azeitonas (7 pesos) e duas Quilmes long neck.

Pronto, chega de saudade! Na terra das medialunas, um pãozinho francês às vezes cai bem.

Quando viajar, passa lá:
Valenti
Shopping Patio Bullrich
Entrada pela Calle Posadas, 1245 ou pela Av. Libertador, 750.

Restaurant Week: maratona gastronômica no Rio de Janeiro

Essa é uma notícia para quem, assim como a gente, acabou de pagar as contas e ficou desfalcado financeiramente em pleno décimo primeiro dia do mês: o Restaurant Week chegou ao Rio e vai ficar até o dia 24 de maio.

Estamos pensando em investir o pouco que sobrou para o orçamento gastronômico do mês em algumas das opções do evento. E olha que são muitas! Foram 60 restaurantes desafiados a preparar pratos diferenciados com entrada, principal e sobremesa a um preço fixo: almoço (R$ 25,00 + R$ 1,00) e/ou jantar (R$ 39,00 + R$ 1,00). O um real adicionado será destinado ao Projeto Urerê.

É uma chance única para comer bem e, digamos, não pagar tanto assim por uma refeição completa, principalmente em lugares que você jamais ou$aria ir.

O Restaurant Week surgiu em Nova Iorque há 16 anos, fazendo dobradinha com a Fashion Week de lá. Depois, ganhou vida própria e já passou por mais de 100 cidades do mundo. Chegou ao Brasil em 2007 (São Paulo) e agora estreia em terras cariocas.

Confira o guia em .pdf ou veja a lista de todos os participantes e pratos oferecidos.

Publicado em: on Maio 11, 2009 at 3:40 pm Deixe um comentário

Café, tango e Quilmes no Tortoni

Antes mesmo de arrumarmos as malas, as recomendações para assistir a um show de tango vinham de todos os lados, até por gente que nunca pisou em Buenos Aires. Com tantas sugestões, só nos restou pesquisar.

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E foi assim que descobrimos o Café Tortoni, lugar tradicional, centenário e que mantém uma atmosfera de época, lembrando a Confeitaria Colombo, no Rio de Janeiro.

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O Tortoni já estava anotado em nosso caderno como um dos lugares para ser visitado e ganhou mais força quando soubemos que lá, todas as noites, há um dos shows de tango mais baratos da cidade. O preço é muito mais em conta se comparado a outras casas, como Esquina Carlos Gardel ou Señor Tango.

Inaugurado em 1858 e frequentado por ícones argentinos, como Jorge Luis Borges e Carlos Gardel, o Tortoni tem shows em dois salões. No salão Alfonsina, localizado no térreo, o preço é 60 pesos. No subsolo, com um clima de taberna, o La Bodega é mais amplo e o preço apenas um pouquinho mais caro: 70,00 (R$ 45,00). Escolhemos curtir o show lá embaixo.

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No dia em que fomos reservar nosso lugar, aproveitamos para tomar um café e saborear a tradicional medialuna. Ao nosso lado, uma família americana encarava várias fatias de pizza, quebrando qualquer clima nostálgico do lugar. Ou seja, o cardápio tem de tudo.

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Durante o show, bebemos uma Quilmes e pedimos uma porção de queijos e azeitonas – uma das opções mais baratas do cardápio, admitimos. As fotos a gente fica devendo, pois não quisemos atrapalhar o casal de franceses que dividiu a mesa com a gente. Mas é claro que não podia faltar Por una cabeza, um dos mais famosos tangos de Carlos Gardel.

E, no final, rolou até uma homenagem aos brasileiros da plateia.

Em Buenos Aires, o Tortoni sempre vale uma visitinha. E, você já sabe, o tango de lá faz bom par com um orçamento apertado.

Quando viajar, passa lá:
Gran Café Tortoni
Av. de Mayo, 825
Buenos Aires

Um kit pra lá de original

Programas como o do último feriado surgem quando a $ituação anda apertada. Sei que estamos (ainda) no meio do mês, mas é que o casal aqui em questão teima em planejar (e pagar) viagens com antecedência e, por isso, os finais de semana às vezes acabam prejudicados.

No caso da Páscoa, ao invés do cinema, preferimos assistir DVDs em casa (aqueles que compramos por R$ 12,90 nas Lojas Americanas ou na Saraiva e ficam sempre guardados a espera de dias como esses). Então fomos atrás de milho (não os de micro-ondas, claro) para ao menos recriarmos o clima de escurinho & pipoca.

Sem querer, encontramos também cerveja. Ou melhor: quatro! E das boas…

Original

O kit da Antarctica Original traz, além de quatro garrafas de 300 ml, dois copos americanos de 190 ml, dignos de qualquer bar ou boteco de respeito.

Original

Confesso que já tínhamos procurado esse copo nos supermercados e encontramos apenas o de 300 ml. Por isso, da forma que me apaixonei pelo kit, chegamos ao caixa sem nem vermos o preço (R$ 14,99). Uma raridade tratando-se do meu namorado. Sim, às vezes acho que ele calcula demais.

Original

Um belo presente para os amigos bons de copo. Dá pena até de beber.

Original

O mais original de tudo (com perdão do trocadilho) é que, na parte de trás, encontramos um pouco da história de vários produtos tradicionais: Bic Cristal, Catupiry

Catupiry

…sal Cisne,  palitos Gina…

Sal Cisne

Palitos Gina

…sabonete Phebo, manteiga Aviação

Phebo

Manteiga Aviação

…fogos Caramuru, Bombril

Fogos Caramuru

Bombril

…a tampinha e, claro que não podia faltar, o copo americano.

Tampinha

Copo Americano

Gostou? A gente já quer comprar outro kit para colecionar os copinhos. Tin-tin!

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Leia mais sobre:

São Paulo: Galeria dos Pães | Casa Pizza | Mercado Municipal
Buenos Aires: Locos por El Fútbol | Rua Florida & Havanna Cafe
Rio de Janeiro: Aconchego Carioca | Cervantes | Lago Sul

Calle Florida: primeiros passos em Buenos Aires

Às 3h da manhã, desembarcamos no aeroporto de Ezeiza e passamos direto pelo Free Shop argentino. Cansaço? Sono? Não. Em Buenos Aires, se você chega com reais no bolso, deve ir correndo para a fila do Banco de La Nación, considerado o melhor lugar para trocar o seu dinheiro. Enquanto algumas casas de câmbio do Centro pagavam no máximo 1,30 peso para cada real, no La Nación conseguimos trocar por 1,55 peso. Um bom começo.

Naquela noite, dormimos quatro horas apenas. Às 9h, levantamos de cara amassada – o que um café-da-manhã de hotel não faz – num dos raros momentos da vida de Camila em que o sono pôde esperar.

Bem localizados, próximo à Plaza San Martin, ali onde a Av. Santa Fe e a Calle Florida se encontram, optamos por uma caminhada para conhecer a área próxima do hotel.

Com nosso guia “Camila & Marcelo – Buenos Aires 2009” debaixo do braço, andamos por toda a Florida, cruzando as vias principais Corrientes e Córdoba, chegando até a Avenida de Mayo.

No início, você vai se irritar um pouco com os inúmeros vendedores oferecendo artigos em couro. Mas depois acostuma. Aproveite para conhecer as Galerias Pacífico.

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Mesmo se o seu bolso não coçar, olhe para cima, admire o visual e você só vai lembrar que está num shopping quando vir o McDonald’s.

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Na Falabella, se você subestimar essa entradinha, vai se surpreender lá dentro. Pode até se perder no meio de tantas coisas.

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Quer ligar para o Brasil? Nas Cabinas Telefonicas do Open 25hs, gastamos sempre pouco, cerca de 1,80 peso (R$ 1,16) por minuto, ligando para telefone fixo ou celular.

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E sempre tinha um engraçadinho na rua…

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…e o Homer marcando presença nas bancas de jornais.

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À noite, a Florida ganha um canteiro central cheio de atrações: dançarinos de tango, cantores, pintores, artesanatos, lembranças… Olha a musiquinha rolando aí embaixo. Durante a performance, a assistente do cantor tentava, em vão, vender os CDs. Acho que nem o bêbado que aparece no vídeo comprou.

Mas legais mesmo foram as gordinhas que a Camila trouxe pra casa (50 pesos, R$ 32,00).

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E esse conjunto de lápis, cheio de estilo, por 10 pesos (R$ 6,45), mesmo preço encontrado na Feira de San Telmo.

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A qualquer hora do dia, aproveite para tomar um café, acompanhado de medialuna e alfajor, no Havanna. São vários ao longo da Florida. Não precisa nem procurar, eles simplesmente “vão” até você. Nós ainda levamos alguns alfajores pra casa. A caixa, com seis, custou 16,50 pesos (R$ 10,60).

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Domingão com desconto

Promoção vale de domingo a quinta-feira. O ingresso do cinema precisa ser do mesmo dia.No domingo, resolvemos pegar um cineminha mais cedo: 13h10. Preço promocional, ingresso comprado com antecedência, lugares marcados, pipoca garantida. Até aí, tudo muito bom. Mas, apesar do tema ser até interessante, Ele não está tão afim de você tem diálogos pouco dinâmicos, sem graça e faz (mal) uso de algumas ideias já muito batidas no cinema.

Para não dizer que nada se salva, lembro da cena em que Scarlett Johansson aparece de lingerie vermelha… (Trecho censurado pela administradora do blog). Bom mesmo foi descobrir, caminhando pelo shopping, que o ingresso desse filme ruim nos dava 50% de desconto no segundo prato do B-52. Melhor impossível (esse sim um bom filme). E olha que, por pouco, o tíquete não foi parar no lixo junto com o saco vazio da pipoca. Salvo pela nossa mania de guardar ingressos de shows, jogos e filmes.

Decorado com ícones da aviação americana dos anos 50, o B-52 segue o estilo do Joe & Leo’s, Outback e Fridays: sanduíches, petiscos, saladas, enfim, aquilo tudo que você já conhece.

Experimentei o Lady Love (200g de frango, cheddar, fatias de calabresa e champignon) e ela, o Classic Cheeseburger (200g de carne e cheddar). Todos com batata-frita, salada (um pouco mixuruca, é verdade) e molho (pedimos o bluecheese), que vêm separados no prato. Com dois refis de Pepsi Light, a brincadeira ficou em R$ 44,00 para o casal.

Pra quem gosta de se esbaldar no açúcar, a casa tem o Brownie Burger, detalhado assim no site: “sorvete de vanilla, calda de chocolate e dois brownies redondos, fazendo o primeiro hambúrguer doce da nossa história”. Um dia ainda arrisco (sozinho, segundo ela).

Passa lá:
B-52
Shopping Tijuca
Av. Maracanã, 987 – 2º piso
Telefone: (21) 2567-4230

Botafogo Praia Shopping
Praia de Botafogo, 400 – 5º piso
Telefone: (21) 3171-9663

Mi Buenos Aires querido

locos-por-el-futbol_4-copyNo último Carnaval, fugimos do calor e do tumulto dos blocos cariocas e fomos parar em outra muvuca: a da rua Florida, em uma Buenos Aires repleta de brasileiros. Apesar da crise.

A ideia de trocar o samba pelo tango surgiu depois que um amigo elogiou (e muito) a cidade. Em 2008, foi ele quem passou o Carnaval em terras portenhas. Depois daquele papo, a nossa vontade de viajar foi imediata, porém, sem poder tirar férias juntos, o passeio ficou mesmo para o feriadão de fevereiro.

Antes de tudo isso, mão-de-obra barata que somos, qualquer gasto extra é bem planejado. Graças à falta de grana, parcelamos a viagem em junho, com o dólar a R$ 1,70. Mal sabíamos a “marolinha” que viria pela frente e que quase acabou com a tão sonhada primeira vez dela no Free Shop. A cada cheque compensado, íamos reunindo um acervo de informações sobre Buenos Aires. Valia de tudo: blogs, revistas, sites e até um e-mail da nossa endocrinologista, na véspera da viagem, com muitas dicas culturais e a liberação para o pecado da gula. :)

Vamos ao que interessa
O mesmo amigo também serviu de fonte para a gente. Entre uma dica e outra, comentou sobre o Locos Por El Fútbol, “um bar temático, que lembra o Outback”, só que, como o nome já diz, tudo – tudo mesmo – se refere ao futebol. Desde a divisão do cardápio, o uniforme das garçonetes (camareiras para os argentinos) e até os banheiros, que lembram vestiários.

Localizado no bairro da Recoleta, o bar trata o esporte como ele realmente merece. De uma hora pra outra, o Locos por El Fútbol ficou lotado de torcedores para assistir o clássico Independiente x Racing, pelo Clausura 2009. As cortinas se fecharam, a luz se apagou e a atenção de todos voltou-se para os vários telões e televisores: era o espetáculo começando. Sente só o clima.

Pra comer, arrisquei o Piadina Romagnola de pollo. Tecla SAP: frango, tomate seco, mussarela e alface, tudo em um pão folha. Ela foi no tradicional hamburguesa com papas fritas. Total da conta: 66,00 pesos (em terras hermanas o nosso desvalorizado real ainda vale alguma coisa. Convertendo, pagamos R$ 42,00).

De barriga cheia, saímos para dar uma volta no bairro. Só no dia seguinte fui saber que, enquanto rolava o clássico argentino, o Flamengo dava mais um de seus – já tradicionais – vexames em pleno Maracanã: Resende 3 a 1. É, talvez eu não seja mais tão louco assim…

Recoleta
No bairro, muita coisa boa gira em torno do Cemitério da Recoleta. Aliás, até o cemitério é atração turística. Lá, descansa Evita Perón, a mais visitada. O que acontece é algo comparado ao Père Lachaise, em Paris, onde estão enterradas diversas personalidades, como Jim Morrison e Édith Piaf, só para ficar no mundo da música.

Não preciso nem dizer que ela me fez passar bem longe dos mausoléus e das lápides. Mas, tudo bem. Passeamos na Plaza Francia, onde aos sábados e domingos acontece uma feira de artesanatos, e no Buenos Aires Design, um shopping de arquitetura e decoração. Lá, no terraço, está o Hard Rock Café, além de outros restaurantes, numa área conhecida como Paseo del Pilar.

Na Recoleta, também estão o Museu de Arte Decorativa, o Museu Nacional de Bellas Artes, a Biblioteca Nacional e o Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires (Malba).

Numa viagem tão rápida – cinco dias voam –, fica difícil dar atenção merecida a alguns lugares. A Recoleta, com várias atrações culturais e gastronômicas, é um deles. Mas o hermoso bairro ainda vai ser assunto para outros posts.

Quando viajar, passa lá:
Locos Por El Fútbol
Rua Vicente Lopez, 2098 (Village Recoleta)
Recoleta
Buenos Aires

É hora de folia (ou não)!

Aos amigos do blog um ótimo carnaval!

Para os que são de festa, divirtam-se! Aos que preferem descanso, relaxem! E seja lá o que vocês forem fazer, não esqueçam de garantir os comes e, principalmente, os bebes!

Lembrem-se que 2009 começa oficialmente na quarta-feira que vem! Portanto, reabasteçam as energias! É o que nós vamos fazer! Na bagagem, trazemos surpresas e muitas dicas!

Aguardem! Até lá!

Publicado em: on Fevereiro 20, 2009 at 3:40 pm Deixe um comentário

O Plebeu e a nostalgia

o-plebeu_animacao2A ida ao Plebeu, logo nos aperitivos, me trouxe um clima de nostalgia: a massa caseira dos pastéis (porção com oito, R$ 13,00) lembraram os que minha avó fazia quando eu era pequeno. Época em que um golinho na cerveja do meu avô me deixava todo bobo. Hoje, a gente bebe, bebe, bebe… e fica bobo também. Só que de outra forma, digamos…

Voltando aos aperitivos, os pastéis – quatro de queijo e quatro de camarão – estavam uma delícia e, entre um e outro, decidimos o prato principal. Desistimos de última hora do frango à cubana. Afinal, o desejo dela por uma “carninha”(vermelha) era bem maior do que qualquer outra coisa naquele dia. Optamos então pelo churrasco misto (R$ 33,50) – que veio muito bem servido por sinal.

Para ela, O Plebeu lembra os amigos de faculdade, apesar dos raríssimos encontros que aconteceram ali depois que todos estavam formados. Mas, independente da lembrança de cada um, o restaurante, que completa duas décadas esse ano, tem um ambiente agradável, numa rua tranqüila de Botafogo, e conta com bons petiscos, boa comida e cerveja de garrafa em seu cardápio. Ou seja, ponto para O Plebeu. E, quando gostamos de um lugar, voltamos sempre! Por isso, já está anotado: o frango à cubana que nos aguarde.

Passa lá:
O Plebeu
Rua Capitão Salomão, 50
Botafogo
Telefone: (21) 2286-0699